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Amazon processada por negar acomodações

Ars Technica •
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Quatro mulheres processaram a Amazon, alegando que a empresa negou a trabalhadoras grávidas de armazém acomodações básicas como pausas para ir ao banheiro e sentar, levando a demissões ilegais. A ação coletiva, movida no Tribunal Distrital dos EUA para o Distrito Leste de Nova York, afirma que a Amazon exigiu documentação médica excessiva e puniu trabalhadoras por ausências medicamente necessárias. As autoras afirmam que a Amazon violou a Lei de Justiça para Trabalhadoras Grávidas (PWFA), uma lei de 2022 que exige acomodações razoáveis, a menos que causem dificuldades indevidas.

A EEOC encontrou causa razoável de que a Amazon discriminou uma classe de trabalhadoras grávidas, apoiando o processo. A Amazon nega as alegações e afirma que espera resolver o assunto. O caso destaca os desafios contínuos na aplicação de proteções à gravidez em ambientes de trabalho exigentes.