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Recuperar a produção de magnésio nos EUA

Wall Street Journal Markets •
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A China agora controla 90% do fornecimento global de magnésio, um metal crítico para a guerra moderna e a indústria. Os EUA produziram magnésio primário pela última vez antes de sua última fundição falir em 2021. Sem produção doméstica, a dependência americana de Pequim poderia levar a escassez até 2030.

O magnésio é essencial para ligas aeroespaciais, dessulfuração do aço e refino de titânio. Impacta tudo, desde caças F-35 até latas de cerveja. Em 2021, o racionamento de energia chinês fez os preços quintuplicarem, destacando as vulnerabilidades da cadeia de suprimentos. Pequim já explorou anteriormente seu domínio sobre minerais como gálio e germânio.

A China alcançou este monopólio através de energia subsidiada, mão de obra barata e regras ambientais frouxas. Eles também dominam a thixomolding, um processo que permite moldar por injeção o magnésio como plástico para veículos elétricos e drones. Esta revolução manufatureira ameaça os produtores ocidentais que falharam em se adaptar.

Os EUA podem reivindicar a liderança revitalizando a tecnologia de extração de água do mar aperfeiçoada pela Dow Chemical Co. durante a Segunda Guerra Mundial. A administração Trump planeja investir 3 bilhões de dólares em minerais críticos. Uma meta nacional de 200.000 toneladas anuais até 2030 restauraria a independência e garantiria a segurança.