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Diplomacia não convencional de Trump na Bielorrússia

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Quando foi solicitado a encontrar-se com o líder da Bielorrússia, Aleksandr G. Lukashenko, o enviado especial John Coale recorreu ao humor e às brincadeiras em vez da diplomacia tradicional. Apesar das sanções anteriores dos EUA pelo seu papel na repressão de protestos e no alojamento de forças russas, Lukashenko interagiu com Coale através de piadas picantes e doses de vodka. Esta abordagem pouco convencional produziu resultados tangíveis: a Bielorrússia libertou 500 prisioneiros políticos. Lukashenko também abriu um canal paralelo entre Washington e Moscovo.

Em troca, Coale conseguiu o alívio das sanções e propôs uma rota para normalizar as relações americanas com Minsk. O estilo personalizado da administração frequentemente deixa os diplomatas de carreira de fora, optando por negociações diretas e trocas de prisioneiros.

Os críticos argumentam que esta estratégia recompensa um governo autoritário e ignora abusos contínuos. Os ativistas descrevem o sistema judicial como uma “esteira rolante” para novas prisões. No entanto, Coale mantém que os seus objetivos são libertar os detidos e reintegrar internacionalmente a Bielorrússia. Os apoiantes atribuem aos seus métodos não ortodoxos terem conseguido raras conquistas diplomáticas.