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A evolução da IA: da ficção científica aos fluxos agênticos

Financial Times Companies •
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Não faz muito tempo, uma máquina pensante era ficção científica. Hoje, todas as principais profissões — direito, impostos, auditoria, risco — funcionam com alguma forma de IA. A conversa mudou de “devemos usar IA?” para “em qual IA podemos confiar para trabalho que importa?”

Em 1956, cientistas de Dartmouth College buscaram simular a inteligência humana. Avanços em poder computacional, dados e algoritmos levaram à IA generativa e agora à IA agêntica. A IA agêntica planeja, executa tarefas complexas, recupera conteúdo e se adapta no meio da tarefa, verificando o próprio trabalho. Onde a IA generativa redige, a IA agêntica executa fluxos de trabalho inteiros.

A IA beneficia a tomada de decisão, a automação e o aprendizado. 71% dos profissionais de risco e fraude usam IA generativa para avaliação de riscos. A IA valida identidades, detecta fraude sintética e identifica padrões que os humanos deixam passar.

A automação agora significa que a IA lê milhares de documentos em horas. Profissionais que adotam a IA agêntica de forma responsável estão escrevendo o manual que outros seguem.

Entidades principais: Locais: Dartmouth College