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LinkedIn vence rejeição processo BrowserGate

Ars Technica •
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O juiz Vince Chhabria rejeitou dois processos contra o LinkedIn no Distrito Norte da Califórnia, decidindo que os autores não tinham legitimidade para alegar violações de privacidade. O juiz afirmou que os usuários não conseguiram provar que tinham extensões instaladas que transmitiam informações privadas para o LinkedIn, observando que o download voluntário de extensões expõe inerentemente os dados. Os autores Nicholas Farrell e Jeff Ganan entraram com ações coletivas em abril; o advogado de Ganan, J.

R. Howell, está avaliando um recurso a um tribunal estadual ou um desafio ao Nono Circuito. O LinkedIn venceu argumentando que os usuários expuseram voluntariamente dados através de extensões do navegador, tornando as alegações de privacidade implausíveis.

A disputa se originou do "BrowserGate", um relatório do grupo de defesa alemão Fairlinked, ligado à empresa de software estoniana Teamfluence, que processou o LinkedIn em Munique após seu CEO ser banido por scraping. A Teamfluence desenvolveu uma extensão do Chrome para identificar o tráfego do LinkedIn, levando a suspensões de contas validadas por um tribunal alemão como violações de contrato justificadas. A moção de rejeição do LinkedIn citou as atividades de scraping da Teamfluence como o verdadeiro problema, não as práticas de coleta de dados do LinkedIn.

O fundador do Fairlinked e representante da Teamfluence faz parte do conselho do grupo, levando o LinkedIn a acusá-los de fabricar uma falsa controvérsia de privacidade após serem pegos violando os termos. A decisão não aborda a legalidade da vigilância do LinkedIn, mas confirma a falta de legitimidade legal para os autores.