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Frustração dos jurados no julgamento Clancy

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Onze dos doze jurados concordaram em absolver Lindsay Clancy em seu julgamento por assassinato, mas um dissidente recusou-se a abandonar a defesa de insanidade. Segundo a presidente do jury Roni Carlson, o dissidente admitiu ter dúvidas razoáveis, mas insistiu que a Sra. Clancy deveria ser declarada não culpada por razões de insanidade.

Esse impasse levou o juiz William Sullivan a declarar uma nulidade. Os três jurados entrevistados pela NBC10 Boston detalharam uma semana exaustiva de deliberções. Kellie Farina, uma chef de centro sênior, afirmou que o dissidente lutou para superar o fato de que a Sra.

Clancy matou seus filhos. Paula Devlin, uma contratada de defesa, alegou que o dissidente ignorou o testemunho de uma enfermeira sobre os relatórios médicos. Os jurados descreveram as provas como brutais, incluindo o angustiante chamado ao 911 de Patrick Clancy.

Eles criticaram o Ministério Público como "áspero" em comparação com a abordagem "compassiosa" da defesa. A advogada da Sra. Clancy, Kevin Reddington, foi vista como arrogante mas compassiva.

O caso dividiu o público, com alguns apoiando o Ministério Público e outros expressando simpatia pelas lutas de saúde mental pós-parto da Sra. Clancy. A Sra.

Clancy, paralisada da cintura para baixo após uma tentativa de suicídio, permanece no Hospital de Tewksbury. Os promotores não anunciaram se reexaminarão o caso.