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Como o 11-S molda gerações sem memória direta

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Mais de 100 milhões de americanos hoje não estavam vivos quando as torres gêmeas caíram, e ainda assim o 11 de Setembro continua moldando suas identidades. Para aqueles nascidos após os ataques, o dia existe apenas através de histórias, mídia e narrativas familiares. Annika Heegaard, 25, de Manhattan, mergulha em fontes primárias, buscando uma conexão com um evento que sente que é "presente; sempre lá, mas apenas fora de alcance".

Julie Frey, 26, cuja pai era um oficial da polícia de Nova York, lutou para entender o silêncio de seu pai, notando que ele evitava o aniversário a cada setembro. JD Moussally, 14, de Flushing, Queens, compara seu aprendizado sobre o 11 de Setembro com assistir a clipes esportivos de décadas atrás, sentindo-se desconectado da experiência vivida. Elizabeth Cavanagh, 20, criada em Long Island, ficou surpresa ao descobrir que o aniversário era incomum na universidade perto do local do acidente do voo 93, lamentando a perda de uma história nacional compartilhada.

Essas gerações mais jovens compreendem o 11 de Setembro através de fontes secundárias como streamers da Twitch, podcasts e o musical da Broadway "Come From Away", pois a educação formal frequentemente fornece apenas uma breve menção. O artigo destaca como o significado do evento evolui à medida que as conexões pessoais desaparecem, substituídas por relatos históricos distantes.