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EEOC encontra assédio da Cisco a funcionários pró-palestinos

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A Comissão de Igualdade de Oportunidades de Emprego dos EUA constatou motivos para acreditar que a Cisco submeteu funcionários a um ambiente de trabalho hostil com base em sua origem nacional, religião e associação com indivíduos muçulmanos e do Oriente Médio. A constatação refere-se ao assédio de funcionários pró-palestinos após os ataques liderados pelo Hamas a Israel em 2023. Sophia Filipe faz parte de um caso movido por trabalhadores que acusam a Cisco de não proteger funcionários do assédio em quadros de mensagens internas onde ativistas pró-palestinos eram chamados de animais.

A carta da EEOC datada de 9 de junho afirmou que havia causa razoável para acreditar que a Cisco não protegeu esses funcionários. A constatação não é uma decisão vinculativa e ambos os lados indicaram que a EEOC não entrará com ação judicial. Christopher Ho, advogado que representa funcionários atuais e ex-funcionários da Cisco, disse que a constatação valida que o assédio era ilegal.

Robyn Blum, porta-voz da Cisco, afirmou que a empresa discorda da constatação e investigou completamente as preocupações. O caso é notável dado as prioridades de aplicação sob a administração Trump. Entidades-chave: Empresas: Cisco | Pessoas: Sophia Filipe, Christopher Ho, Robyn Blum, Chai Feldblum, Reyhan Bilici.