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Cientistas Cidadãos Monitoram Rios Poluídos na Inglaterra

Financial Times Companies •
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A escritora Sarah Butler, voluntária do Project Ripple Effect, descobriu poluição catastrófica por amônia no River Grom perto de Royal Tunbridge Wells, Kent, sem encontrar invertebrados sobreviventes nos testes. Apesar de alertar a Environment Agency (EA) por meses, a destruição destacou falhas regulatórias. Grupos de cientistas cidadãos proliferaram na Inglaterra em meio a escândalos de poluição por esgoto por empresas de água e rebaixamento de incidentes pela EA.

Apenas 14.3 per cent dos cursos de água na Inglaterra e País de Gales atendem aos padrões mínimos europeus. John Pritchard da Ver Valley Society em St Albans disse que a ciência cidadã revela poluição generalizada que a EA não detecta. Desde 2009, a EA cortou testes de qualidade da água, adotando "operator self-monitoring" baseando-se em dados de empresas de água de dispositivos de monitoramento eletrônico (EMDs) que medem frequência de vazamentos mas não volume de efluentes.

Mais de 7.000 tubos de transbordo de emergência não têm EMDs até 2035. Em 2025, esgoto foi liberado quase 300.000 vezes. O ex-oficial da EA Robert Forrester, denunciante, descobriu que 98 per cent dos 2.778 incidentes graves de poluição em 2024 foram rebaixados para menores.

Oficiais compareceram a 496 incidentes antes do rebaixamento; o resto foi considerado menor apenas com base em evidências da empresa. Cientistas cidadãos agora preenchem a lacuna de monitoramento, mas a resposta da EA permanece inadequada.