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Empresas de ETF: regras atuais funcionam

Bloomberg Markets •
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Enquanto a SEC considera os próximos passos para ETFs inovadores, muitos na indústria argumentam que as leis de valores mobiliários existentes são suficientes. A conselheira geral da Bitwise, Johanna Collins-Wood, disse à Bloomberg que a SEC deveria aplicar as regras como escritas, não ler coisas novas nelas. Outros, como Franklin Templeton e GraniteShares, ecoam esse sentimento em comentários submetidos ao regulador.

Um ponto mais amplo nos comentários é que nem todos os ETFs inovadores são iguais. Um ETP cripto à vista, por exemplo, assenta em infraestrutura mais madura do que há anos, então agrupá-lo com fundos de ativos privados ou ações individuais alavancadas pode obscurecer riscos. A indústria prefere avaliar o risco real de cada produto em vez de tratar todos como igualmente perigosos.

No entanto, Benjamin Schiffrin da Better Markets, ex-funcionário da SEC, adota uma postura mais dura, especialmente em relação a ETFs alavancados. Ele argumenta que esses produtos são inadequados para investidores de varejo e deveriam ter divulgação mais rigorosa, possivelmente com avisos repetidos e em negrito em cada página. A tensão é clara: a indústria vê inovação, enquanto defensores veem dano potencial.

Enquanto isso, a Defiance ETFs recentemente protocolou pedido para lançar ETFs alavancados por hora sobre grandes nomes de tecnologia, destacando o apetite de Wall Street por tais produtos apesar do debate regulatório. O período de comentários de 60 dias da SEC terminou, sem escassez de opiniões de bolsas como Nasdaq e grupos como SIFMA.

Entidades-chave: Empresas: Bitwise, Franklin Templeton, GraniteShares, 21shares, Crypto Council for Innovation, Jane Street, Nasdaq, SIFMA, Defiance ETFs, Better Markets | Pessoas: Isabelle Lee, Katie Greifeld, Johanna Collins-Wood, Benjamin Schiffrin | Locais: Coreia do Sul