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Mecânica quântica e relatividade em novo experimento

Ars Technica •
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Há quase cem anos, os físicos teorizaram o que a queda livre deveria fazer a uma onda quântica. Se estiver errado, a mecânica quântica e a teoria da gravidade de Einstein se contradizem. Agora, uma equipe liderada por Ron Folman na Ben-Gurion University of the Negev, com colaboradores incluindo o laureado com o Nobel Roger Penrose, construiu um novo interferômetro.

Eles deram a um único átomo dois caminhos possíveis: um em queda livre, outro mantido imóvel. Ambos terminam no mesmo lugar e tempo, permitindo medir o que a queda faz à fase ondulatória do átomo. "Toda partícula, não importa se é um carro ou uma espaçonave ou um átomo, é uma onda", diz Folman.

A natureza ondulatória só se mostra quando os átomos são resfriados a quase zero absoluto—possível apenas desde o final dos anos 1990. Uma fase não pode ser medida sozinha; requer dividir uma única partícula em duas trajetórias e reuni-las. A queda livre adiciona complexidade: "Solte uma pedra e após um segundo ela está 5 metros abaixo de você."

A equipe colocou um átomo em uma superposição onde um caminho é lançado para cima e a gravidade o retorna. "Você tem que disparar um com um canhão, em um movimento balístico como artilharia", diz Folman. O desafio foi projetar um canhão que afete apenas um pacote de ondas.

Entidades-chave: Empresas: Ars Technica, Ben-Gurion University of the Negev | Pessoas: Ron Folman, Roger Penrose | Locais: Germany, UK, US