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Mulher não vacinada morre por complicações de sarampo na Pensilvânia

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Uma mulher de 40 anos não vacinada na Pensilvânia morreu no sábado, muito provavelmente devido a complicações de sarampo, segundo o coroner do condado de Jefferson, Greg Furlong. A causa imediata foi insuficiência respiratória "devido a sarampo suspeito", de acordo com um certificado de óbito preliminar. Os testes ainda não confirmaram sarampo, mas a mulher apresentou sintomas incluindo a erupção característica e teve exposição recente a um caso confirmado. Ela tinha doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e necessitava de oxigênio suplementar 24/7, tornando-a especialmente vulnerável.

Isso marca a terceira morte relatada ligada ao surto de sarampo em rápida expansão na Pensilvânia, que já deixou mais de 670 pessoas doentes e 124 hospitalizadas. O departamento de saúde do estado relatou duas mortes relacionadas no mês passado, gerando debate sobre se o sarampo foi a causa direta. O departamento ainda não incluiu esta morte em sua contagem oficial, mas está em contato próximo com Furlong.

As mortes por sarampo permanecem raras nos EUA, mas o ressurgimento do vírus causou algumas fatalidades recentemente. No ano passado, duas crianças em idade escolar e um adulto morreram por complicações de sarampo — as primeiras mortes desse tipo em uma década. Aproximadamente um em cada cinco americanos não vacinados que contraem sarampo requer hospitalização por complicações como pneumonia, desidratação grave e inchaço cerebral. O vírus representa um risco aumentado para crianças pequenas, adultos acima de 20 anos e indivíduos imunocomprometidos.

Entidades-chave: Empresas: New York Times, Departamento de Saúde do Estado da Pensilvânia, laboratório estadual | Pessoas: Greg Furlong, Teddy Rosenbluth | Locais: Pensilvânia, Condado de Jefferson

Perguntas frequentes: Por que adultos não vacinados têm maior risco de complicações graves de sarampo?

Adultos não vacinados com mais de 20 anos enfrentam riscos maiores de complicações graves de sarampo como pneumonia e encefalite. Condições pré-existentes como DPOC aumentam ainda mais a vulnerabilidade, como visto neste caso onde a doença respiratória crônica combinada com sarampo levou à falência respiratória fatal.