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Mortes por sarampo na Pensilvânia: vacina MMR

Ars Technica •
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Duas pessoas não vacinadas morreram de sarampo na Pensilvânia, confirmaram as autoridades. A secretária de Saúde, Dra. Debra Bogen, expressou solidariedade às famílias enquanto instava à vacinação. "Como o sarampo foi amplamente eliminado na Comunidade por mais de três décadas, as pessoas não estão familiarizadas com essa doença e não entendem completamente a gravidade potencial da doença", disse Bogen. Ela enfatizou que a vacina MMR é segura e fornece a melhor proteção.

As mortes por sarampo são raras — entre uma e três em 1.000 casos — mas a doença pode ser grave, levando a hospitalizações, perda auditiva e deficiências intelectuais. Também pode causar panencefalite esclerosante subaguda (PEES), uma condição neurológica fatal que aparece anos depois. Duas doses da vacina MMR, administradas por volta de 1 e 4 anos de idade, são 97% eficazes.

A vacina tem se mostrado segura ao longo de décadas de uso global. No entanto, o discurso antivacina tem reduzido as taxas de vacinação. Alguns discursos vêm de funcionários da administração Trump, incluindo Robert F. Kennedy Jr., o secretário de saúde dos EUA. O presidente Trump também afirmou falsamente que a vacina MMR pode ser "bastante letal". A vacina nunca foi associada a uma morte em uma pessoa com sistema imunológico competente.

Entidades-chave: Pessoas: Dra. Debra Bogen, Robert F. Kennedy Jr., Presidente Trump | Locais: Pensilvânia