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Mães da Ossétia do Norte choram pelos filhos, apoiam a guerra da Rússia

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Oksana Abaeva e seu marido, Khetag Zaseyev, estão em frente à tumba de seu filho, Albert Abaev, em Vladikavkaz, capital da Ossétia do Norte. Albert, 20 anos, foi morto durante a invasão em larga escala da Rússia à Ucrânia em fevereiro de 2022. Menos de um mês após o início da guerra, o Sr. Zaseyev se juntou ao exército, incapaz de permanecer ocioso enquanto seu enteado lutava na linha de frente. Em 17 de maio de 2022, soldados informaram à Sra. Abaeva sobre a morte de Albert enquanto seu marido estava estacionado nas proximidades. O Sr. Zaseyev viajou sozinho pela Ucrânia para recuperar o corpo de Albert de um necrotério militar em Rostov-on-Don antes de devolvê-lo a Vladikavkaz.

A Ossétia do Norte, uma região montanhosa remota, há muito fornece soldados para as guerras de Moscou. O custo do conflito é visível em escolas cantando músicas militares, um governo composto por veteranos, e um número crescente de jovens perdidos na guerra. Tantos soldados morreram que um lote de enterro dedicado em Vladikavkaz agora abriga seus restos, com lápidas portando fotos em cores assadas a 1.800 graus Fahrenheit.

Apesar do profundo luto, muitos na Ossétia do Norte continuam a apoiar a guerra, influenciados por anos de propaganda retratando a luta como existencial. A Sra. Abaeva, que fundou uma组织 para viúvas de guerra, diz que quer a paz—but apenas após o que ela chama de derrota do nazismo na Ucrânia. Quatro anos depois, ela diz que suas vidas foram divididas em um antes e um depois, marcado pela perda e uma resolução inabalável de ver a guerra até o fim.

Entidades-chave: Pessoas: Oksana Abaeva, Khetag Zaseyev, Albert Abaev, Vladimir V. Putin | Locais: Vladikavkaz, Ossétia do Norte, Rostov-on-Don, Ucrânia, Mizur