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Dolly Parton morre aos 80: ícone do country lembrada

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Dolly Parton, uma filha dos Apalaches coberta de lantejoulas, que passou da pobreza à riqueza e que por seis décadas dominou a música country — e grande parte da cultura pop — com uma personalidade exagerada e um humor simples que a consagraram como uma das originais mais queridas da América, morreu na terça-feira em Nashville. Ela tinha 80 anos. Sua morte foi anunciada em um vídeo postado nas redes sociais por seu sobrinho Bryan Seaver. Nenhuma causa foi fornecida.

De seus começos difíceis ao estrelato brilhante, a vida da Sra. Parton era matéria de conto de fadas. Suas canções falaram a milhões, enfrentando a privação e a perda enquanto irradiavam possibilidade e esperança. Ela era, essencialmente, uma unificadora de pessoas. Em 2019, o *New York Times* publicou uma história com a manchete “Existe algo em que todos podemos concordar? Sim: Dolly Parton.”

Induzida tanto no Hall da Fama da Música Country quanto no Hall da Fama do Rock and Roll, a Sra. Parton foi a cantora feminina mais bem classificada no rádio country de 1967 a 1993, e teve um total de 25 singles country número um. Sua primeira grande oportunidade veio em 1967 quando foi contratada para o “The Porter Wagoner Show”. Suas canções como “Jolene” e “I Will Always Love You” estavam entre os cerca de 3.000 títulos que ela publicou.

Junto com Loretta Lynn e Tammy Wynette, a Sra. Parton abriu caminho para as mulheres na música country, inspirando contemporâneas e futuras criadoras de sucessos. “Não posso imaginar ninguém, especialmente no country, que não tente emular Dolly de alguma forma”, disse Emmylou Harris.