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O'Neill: Regras de elegibilidade 'não são justas'

BBC Sport Football •
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O técnico da Irlanda do Norte, Michael O'Neill, disse que o aspecto mais perturbador das regras de elegibilidade internacional é a pressão sobre os jovens jogadores para tomar uma decisão irreversível. Qualquer jogador nascido na Irlanda do Norte também pode jogar pela República da Irlanda, mas as regras da Fifa permitem apenas uma transferência de lealdade. O caso do adolescente do Arsenal Ceadach O'Neill destacou a questão: ele tem duas partidas pela seleção principal e foi convocado para a Liga das Nações, mas a República da Irlanda entrou em contato com ele. Se ele jogar na próxima série de quatro partidas, terá que esperar até os 21 anos para se transferir; com quatro partidas, ele nunca poderia mudar.

"Meu foco está no jogador, e tenho um dever de cuidado", disse O'Neill. "Colocar um jovem jogador em uma posição de fazer uma transferência internacional antes de ser profissional por sequer dois anos não é a coisa certa."

De acordo com o Acordo de Sexta-Feira Santa, os nascidos na Irlanda do Norte podem ter passaportes britânico e irlandês. Uma decisão do Tribunal Arbitral do Esporte de 2010 permite que jogadores nascidos em qualquer lugar da ilha representem a República. O'Neill observou que a regra é única entre a Irlanda do Norte e a FAI. "Todos reconhecem que não é particularmente justa", disse ele, enfatizando que o foco permanece em um caminho forte para os jovens jogadores.

Entidades-chave: Empresas: Fifa, Arsenal, Tribunal Arbitral do Esporte, FAI, Tottenham Hotspur, Gillingham | Pessoas: Michael O'Neill, Ceadach O'Neill, John Martin, Jamie Donley, Ronan Hale | Locais: Irlanda do Norte, República da Irlanda, Inglaterra

Perguntas frequentes: O que Michael O'Neill disse sobre as regras de elegibilidade internacional?

Ele disse que a parte mais perturbadora é pressionar os jovens jogadores a tomar uma decisão irreversível, chamando-a de 'não particularmente justa' e afirmando que colocar um jovem jogador nessa posição antes de ser profissional por dois anos é errado.