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Agentes de IA da Stanford aceleram pesquisa de medicamentos

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Quando John Pak e seus colaboradores designaram uma equipe de bots de IA para redesenhar parte de uma vacina contra o Covid-19 em 2024, ele duvidava que eles desenvolvessem algo bem-sucedido ou coerente. Pelo menos eles aprenderiam algo sobre as deficiências desses modelos, pensou.

O laboratório de agentes de IA teve centenas de conversas para brainstorm, isento de distrações como comer ou dormir. Em alguns dias, os resultados estavam lá: dezenas de proteínas inovadoras que teoricamente se ligariam a novas variantes do Covid. Os testes mostraram que duas delas realmente funcionavam — criadas em uma fração do tempo e custo que levaria um laboratório humano.

A equipe de Dr. Zou na Stanford University está trabalhando em frotas de agentes de IA como "co-cientistas", gerando hipóteses independentemente e executando experimentos com supervisão humana. Em um novo artigo publicado na quinta-feira na Science, o laboratório relatou que dezenas de milhares de agentes de IA previram uma abordagem para atacar uma proteína envolvida no câncer de pulmão. Algumas semanas depois, uma grande empresa farmacêutica anunciou resultados promissores usando a mesma abordagem.

Kyle Swanson, um antigo estudante de pós-graduação no laboratório de Dr. Zou, chamou isso de "uma nova era" na descoberta de medicamentos.

Entidades-chave: Empresas: New York Times, Stanford University, Science | Pessoas: James Zou, Ian C. Bates, John Pak, Dr. Pak, Kyle Swanson, Dr. Zou | Locais: Stanford