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Diretor Adjunto da CIA pede mais espionagem contra a China

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Os Estados Unidos estão se envolvendo em um alcance mais amplo de espionagem contra a China, incluindo empresas chinesas, para abordar o status do país como uma ameaça tanto militar quanto econômica, disse o diretor adjunto da CIA, Michael Ellis. Durante uma rara aparição pública em uma conferência de cibersegurança, Ellis afirmou que a natureza da coleta de inteligência evoluiu desde a Guerra Fria. Diferentemente de rivais passados, a China "representa uma ameaça fundamentalmente diferente" porque a competição é econômica.

Ellis argumentou que sob o governo do Partido Comunista, a China carece de uma comunidade de negócios independente, tornando as empresas chinesas alvos legítimos para inteligência em áreas como inteligência artificial, semicondutores e biotecnologia. Ele observou que inteligência valiosa reside no setor privado. Seus comentários marcam uma saída sutil das administrações anteriores que buscavam distinguir entre o espionagem de defesa nacional permitida e o espionagem motivada economicamente.

O momento coincide com a visita de estado programada do presidente Trump com o líder chinês Xi Jinping. No mesmo dia, a administração Trump emitiu um aviso público alertando que as empresas chinesas de IA estavam envolvidas no roubo "em escala industrial" de segredos comerciais de seus contrapartes americanos. O aviso, da NSA, do FBI e da CISA, citou as principais empresas chinesas de IA envolvidas na prática desde pelo menos 2024.

Ellis elogiou as recentes reformulações da CIA, incluindo a elevação de um centro de missão cibernética, que ele disse ter permitido que a agência alcançasse objetivos de segurança nacional, citando o ataque dos EUA na Venezuela que levou à captura de Nicolás Maduro.