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Goldman Sachs alerta por escassez de diesel devido a conflitos globais

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Goldman Sachs Group Inc. intensificou os alertas sobre o aperto no refino global impulsionado pelas guerras no Oriente Médio e entre Moscou e Kiev, com o banco mais do que dobrando suas previsões de lucros proveniente da produção de diesel. “Os ataques crescentes a refinarias no Oriente Médio e na Rússia têm restringido ainda mais uma capacidade de refino global já tensionada, levando as margens dos produtos refinados a novos máximos,” disseram os analistas incluindo Yulia Zhestkova Grigsby e Daan Struyven em uma nota. “O diesel permanece no epicentro da alta.” Esses alertas destacam como os conflitos em curso estão limitando o fluxo de diesel, criando oportunidades de lucro para as refinarias enquanto apertam o fornecimento para os usuários finais.

Os preços das safras estão prestes a registrar o maior salto mensal em mais de uma década, já que as guerras e o clima extremo interrompem os suprimentos, gerando preocupações sobre a inflação alimentar. O Índice Spot Agrícola da Bloomberg, que acompanha 10 produtos principais, subiu mais de 13% em agosto até sexta-feira, caminhando para o maior aumento desde julho de 2012. O tr tem sido um dos maiores impulsionadores, com preços recentemente atingindo uma máxima de três anos no Bloomberg Terminal, já que os ataques aos portos do Mar Negro reduzem os embarques de uma importante região produtora. O açúcar e o cacau no Bloomberg Terminal também subiram cerca de 20% devido ao fortalecimento do El Niño, que alimenta as preocupações climáticas.

Principais entidades: Empresas: Bloomberg L.P., Goldman Sachs Group Inc., Bloomberg Terminal | Pessoas: Yulia Zhestkova Grigsby, Daan Struyven | Locais: Oriente Médio, Moscou, Kiev, Mar Negro, Royston, Reino Unido

Perguntas frequentes: Qual o impacto das guerras em andamento nos mercados de diesel?

Os ataques a refinarias no Oriente Médio e na Rússia restringiram a capacidade global de refino, apertando o fornecimento de diesel e elevando as margens dos produtos refinados a novos máximos, segundo os analistas da Goldman Sachs.