O promotor federal dos EAU, Hamad Al Shamisi, afirmou que o copiloto da FlyDubai tentou "uma operação terrorista" durante o incidente caótico. O atacante, identificado como Hamam al-Hammami, nacionalidade omanense, agrediu o capitão com um machado de emergência e tentou assumir o controle do voo FZ1073. O Boeing 737 Max, transportando mais de 170 passageiros, realizou um pouso de emergência no aeroporto Príncipe Sultan bin Abdulaziz.
Investigadores examinam motivos e evidências digitais. O copiloto havia sido anteriormente proibido de voar por Omã devido a visões ideológicas radicais. Ambos os pilotos foram transferidos da Arábia Saudita para os EAU para interrogatório.
A investigação do quase desastre do voo Dubai a Tel Aviv continua, focando em possíveis ligações e testes técnicos. O pouso seguro seguiu uma queda íngreme que evitou por pouco a catástrofe. As autoridades realizam análise de evidências físicas e digitais enquanto a investigação prossegue.
Entidades-chave: Empresas: Boeing | Pessoas: Hamad Al Shamisi, Hamam al-Hammami | Locais: Aeroporto Príncipe Sultan bin Abdulaziz, Dubai, Tel Aviv, Omã, Arábia Saudita.
Fonte: Bloomberg Markets · Resumido por HeadlinesBriefing