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Temporada de furacões no Atlântico: calma histórica

Ars Technica •
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A temporada de furacões no Atlântico passou pelo seu pico tradicional por volta de 10 de setembro sem nem uma onda tropical à vista, marcando um período histórico de calmaria. Normalmente, esta é a época em que as temperaturas da superfície do mar são mais quentes nos trópicos, favorecendo sistemas tropicais. Este ano, a região principal onde a maioria dos sistemas se desenvolve está sufocada com poeira do Saara e cisalhamento do vento.

Ninguém está reclamando, pois furacões que atingem a terra são destrutivos para áreas costeiras e tempestades no Golfo do México podem disparar preços de energia. Desde 1944, os Estados Unidos começaram a monitorar a bacia do Atlântico, e remontando a 1944, um furacão se formava a cada ano até 11 de setembro. Os 'primeiros' furacões mais recentes do Atlântico vieram em 2002 com Gustav e 2013 com Humberto.

Se estendermos o registro para 1851, cada ano ainda registra pelo menos um furacão no Atlântico, embora em 1941 o primeiro tenha se formado em 17 de setembro - o mais tardio registrado. O Centro Nacional de Furacões está monitorando uma única perturbação com chance 'quase zero' de se tornar uma depressão tropical ou tempestade nos próximos dois dias.