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Caso de Assédio Sexual na Cornell: Tensões no Campus

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A Universidade de Cornell está enfrentando intenso escrutínio após promotores locais terem reaberto um caso de assédio sexual envolvendo sete estudantes acusados de terem estuprado uma estudante em 2024. O time de rúgbi reconheceu que alguns dos acusados eram jogadores, e o prefeito de Ithaca pediu uma moratória nos permisos para eventos estudantis. A representante Alexandria Ocasio-Cortez criticou a “cultura de estupro” nas instituições de elite.

Uma ação civil revelou que homens deram ketamina e álcool a uma mulher em uma casa de fraternidade, depois convidaram outros para agredi-la. A decisão do promotor distrital de revisar o caso gerou debate nacional. O jornal estudantil The Cornell Daily Sun publicou os nomes dos acusados, dizendo: “Cornell não fará, nós faremos”.

A repórter Cereese Qusba passou 23 meses investigando, enquanto a editora Sophia Dasser argumentou que os detalhes sem censura eram necessários para a transparência. Os estudantes estão divididos: alguns apoiam a vítima e criticam a resposta da universidade, enquanto outros defendem a vida grega ou acreditam que Cornell está sendo alvo de tratamento injusto. Muitos estão reconsiderando entrar em fraternidades ou sororidades.

Emma Goldberg, repórter do New York Times, documentou o ambiente no campus, observando indignação, ansiedade e confusão generalizadas entre os estudantes.