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Bessent acusa a China de inundar mercados no G20

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Os principais oficiais econômicos das nações do Grupo dos 20 não concordaram sobre uma declaração conjunta na terça-feira devido à resistência da China, que se opôs à linguagem criticando sua estratégia de exportação. O desentendimento frustraram os Estados Unidos, anfitriões das reuniões na Carolina do Norte, destacando uma grande divisão entre as duas maiores economias do mundo.

O Secretário do Tesouro Scott Bessent acusou a China de empurrar um "fluxo interminável de exportações baratas" que é insustentável. Ele observou que a China, com o maior superávit da conta corrente do mundo, era o único dissidente. O Tesouro lançou uma declaração da presidência descrevendo as áreas de concordância, mas a China rejeitou seções sobre cadeias de suprimentos de minerais críticos, riscos de crescimento dependente de exportações e reestruturação da dívida soberana. Bessent disse que as outras 19 nações concordaram sobre desequilíbrios globais.

Geopolítica eclipsou as conversas econômicas enquanto os oficiais europeus expressaram um "gosto azedo" pela presença física do ministro das Finanças da Rússia, Anton Siluanov. Bessent argumentou que o envolvimento com a Rússia e a Ucrânia é crítico para pôr fim à guerra. Ele também alertou que o conflito no Irã é o maior problema que assombra a economia global, aumentando os preços da energia. Os EUA estão mobilizando apoio para "Operation Economic Outcast" para sufocar a economia iraniana, com Bessent prevendo que o Estreito de Ormuz se tornará uma "peça de água sem valor" em dois anos.