Sistemas elétricos modernos devem corresponder à oferta e demanda em redes extensas. O operador do sistema do Reino Unido projeta que a capacidade de geração deve aumentar entre 206 e 245 por cento até 2050 para gerenciar a demanda crescente e a intermitência das renováveis. A transição para energia de baixo carbono complicar essa tarefa enquanto engenheiros mudam de poucas grandes usinas de carvão e gás para centenas de turbinas eólicas distribuídas e painéis solares.
A adição de solar em telhados cria fluxo de energia bidirecional entre clientes e a rede, tornando a oferta mais difícil de prever. Governos incentivam a eletrificação por meio de veículos elétricos e bombas de calor, que são de duas a cinco vezes mais eficientes que os correspondentes de combustíveis fósiles. No entanto, isso aumenta a carga da rede.
Países devem desenvolver soluções de armazenamento, comércio transfronteiriço e adaptação da demanda do consumidor para navegar em períodos de excesso ou déficit de geração renovável. A Agência Internacional de Energia enfatiza que aumentos substanciais na flexibilidade do sistema elétrico são necessários para integração segura de novas tecnologias. Redes tradicionais dependiam de turbinas pesadas sincronizadas como amortecedores naturais, enquanto fazendas de renováveis usam inversores, tornando-as potencialmente mais vulneráveis a interrupções.
Novas táticas são necessárias para garantir a confiabilidade enquanto a mistura energética se transforma.
Fonte: Financial Times Companies · Resumido por HeadlinesBriefing