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Prévia WSL 2026-27: Previsão e perguntas

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A nova temporada da Women's Super League (WSL) começa na sexta-feira com um grande jogo entre London City Lionesses e Manchester United, antes de o Chelsea receber o Aston Villa no sábado e as novas campeãs, Manchester City, enfrentarem o Birmingham City no dia seguinte. A janela de transferências da WSL termina na quinta-feira às 23h BST / 18h ET, o que significa que os clubes devem ter tudo o que precisam para competir na próxima temporada. Aqui estão algumas perguntas urgentes e uma previsão final da tabela de todas as 14 equipes -- sim, 14! --.

Quem estará na corrida pela Chuteira de Ouro? É difícil imaginar a tabela de artilheiras sem Khadija "Bunny" Shaw, do Manchester City, que terminou em 1º lugar nas últimas três temporadas e é a atacante mais prolífica da WSL. O City depende muito dela e ficará satisfeito por ela ter optado por assinar um novo contrato neste verão. Outras equipes tendem a dividir o fardo dos gols, mas Alessia Russo, do Arsenal, que empatou com Shaw pelo título de 2024-25, provavelmente estará entre as principais artilheiras.

Quem será a jovem revelação? Lisa Baum, de 19 anos, juntou-se ao Arsenal vinda do RB Leipzig, pois as Gunners precisavam de uma ponta para complementar Olivia Smith. No Chelsea, Lexi Potter, de 20 anos, está pronta para mais minutos após ganhar experiência sob o comando da treinadora Sonia Bompastor. Enquanto isso, Emilie Joramo pode ser um nome revelação no Brighton. Após a final da FA Cup da temporada passada, a esperança é continuar melhorando seu melhor resultado doméstico de quinto lugar, mesmo com a surpreendente saída do treinador Dario Vidosic uma semana antes da temporada.

Podemos esperar mais mudanças de treinadores como no ano passado? A rotatividade de treinadores tem sido relativamente baixa na Inglaterra por algum tempo, mas as últimas temporadas viram uma mudança de abordagem. Renee Slegers (Arsenal), Andree Jeglertz (Manchester City) e Gareth Taylor (Liverpool) estão há menos de dois anos em seus clubes. Com a saída de Marc Skinner após cinco anos no Manchester United (substituído por Eva Olid) e a surpreendente saída de Vidosic, Sonia Bompastor, do Chelsea, com apenas dois anos no cargo, é um sinal dos tempos.