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Por que os EUA superaram a obsessão real por Harry e Meghan

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Segundo relatos, o Príncipe Harry e Meghan Markle retornaram à Grã-Bretanha após tentativas malsucedidas de se estabelecerem em Montecito, Califórnia. A partida deles provoca uma reflexão sobre a fascinação duradoura da América pela realeza, apesar dos 250 anos de história da nação rejeitando o governo monárquico. Durante décadas, famílias como os Vanderbilt, Kennedy e Bush foram cultuadas como elites americanas, frequentemente comparadas à realeza real.

A cobertura deste ano do casamento de Taylor Swift e Travis Kelce exemplificou essa tendência, tratada como um evento real apesar de ocorrer no Madison Square Garden. O artigo argumenta que, embora a cultura das celebridades permita a reinvenção e o sucesso autopropelido, a realeza real impõe expectativas onerosas e vinculadas à tradição. A observação de Meghan Markle de que a fama americana difere fundamentalmente do status real destaca essa distinção.

Ao contrário das restrições sufocantes de uma corte real, o ecossistema americano, embora não seja uma meritocracia verdadeira, exige que nepo babies como Jack Schlossberg provem seu valor. O artigo sugere que o interesse recente do público em Harry e Meghan revelou como a linhagem real real pode ser sem sentido e ainda assim onerosa, contrastando nitidamente com a liberdade e fluidez encontradas no cenário das celebridades americanas.