A política externa do presidente Trump continua a confundir observadores, pois ele critica publicamente aliados de longa data enquanto abraça adversários. Comentários recentes direcionados a Omã, Canadá e Coreia do Sul contrastam fortemente com sua retórica calorosa em relação a Kim Jong-un da Coreia do Norte.
Este padrão não é novo. Desde sua campanha de 2016, Trump questionou o valor de alianças tradicionais como a OTAN e acordos comerciais como o NAFTA, enquanto buscava diplomacia pessoal com líderes autoritários. As campanhas de "pressão máxima" de seu governo contra Irã e Coreia do Norte frequentemente deram lugar a cúpulas e trocas de cartas.
Críticos argumentam que essa abordagem mina a credibilidade dos EUA e encoraja rivais. Aliados na Europa e Ásia se apressaram a se adaptar, com a Coreia do Sul aumentando gastos de defesa e o Canadá diversificando comércio. Enquanto isso, adversários como Rússia e China exploram divisões.
Após uma década de turbulência, o "mundo de cabeça para baixo" pode ser o novo normal. Se isso reflete uma estratégia coerente ou instinto impulsivo permanece debatido, mas seu impacto na ordem global é inegável.
Fonte: New York Times Top Stories · Resumido por HeadlinesBriefing