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A convenção de meio de mandato de Trump faltou força

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Donald J. Trump há muito acredita que qualquer problema pode ser resolvido com mais Trump na TV—mesmo quando o problema é Trump. Com as eleições de meio de mandato se aproximando, os preços subindo e a guerra no Irã se arrastando, seus baixos índices de aprovação preocupavam os republicanos. Sua resposta: uma "convenção de meio de mandato", um espetáculo de duas noites feito por, para e estrelado por ele mesmo, ao vivo de Dallas.

Foi a Convenção de Schrödinger, feita na esperança paradoxal de que fosse assistida e não assistida. Transmitida na C-SPAN e em veículos conservadores, competia todas as noites com jogos de alto perfil da N.F.L. Certamente alguns republicanos teriam ficado igualmente felizes se ninguém tivesse assistido.

O que vimos foi a culminação de uma tendência de décadas que transforma convenções em puros anúncios televisivos de formato longo. Ninguém foi indicado, nenhum voto foi dado. Foi reduzida a placas estaduais, fantasias inusitadas—o presidente saudou "Mr. Wall", um apoiador com um terno de tijolos em trompe l'oeil—e horas e horas de discursos.

Mas isso faltou força, especialmente quando o convidado de sua própria homenagem estava fora do palco. A energia mais forte era negativa, os discursos mais alerta do que promessa, e as vaias aos democratas rivalizavam com os aplausos ao G.O.P.

Entidades principais: Empresas: New York Times, C-SPAN, Fox News, Newsmax, N.F.L., G.O.P. | Pessoas: Donald J. Trump, Lee Greenwood, Jimmy Kimmel, Adam Carolla, John Fetterman, Dave Mc Cormick, James Talarico, Ken Paxton, Ted Cruz, Zohran Mamdani, Abdul El-Sayed, Charlie Kirk, JD Vance | Locais: Dallas, Iran, Texas, New York, Michigan, Pennsylvania