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Memoir de Francis Fukuyama revisita tese do 'Fim da História'

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Francis Fukuyama, 73, reflete sobre seu famoso ensaio de 1989 'Fim da História' em novo memoir, 'No Reino do Último Homem', publishing Sept. 8 via Farrar, Straus & Giroux. O ensaio, expandido em bestseller de 1992, argumentava que a democracia liberal representava a forma final de governo. Fukuyama, então analista de política do Departamento de Estado, pegou emprestado o frase de Alexandre Kojève.

Ele insiste que os críticos mal entenderam: ele se referia à História conceitual, não a eventos, e advertiu em capítulos posteriores que a complacência — o 'homem último' de Nietzsche — poderia gerar raiva contra a establishment. Décadas depois, Fukuyama vê o descontentamento populista como vindicação, não como réplica. No entanto, ele se surpreende com a forma que isso tomou.

Seu primeiro livro notou Donald Trump, então um magnata imobiliário de Nova York, cuja ambição poderia ser satisfeita por riqueza em um sistema liberal. 'Nem de longe...' ele se lembra, trailing off. Baseado em Palo Alto, Fukuyama permanece frustrado por leituras superficiais mas reconhece que o 'Reino do último homem' fica diferente do que se antecipava.