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S.E.C. propõe acabar com regra de propostas

New York Times Business •
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A Securities and Exchange Commission propôs eliminar uma regra de 80 anos que permite a acionistas ativistas apresentar propostas e buscar votos sobre questões de governança, ambientais e sociais. A proposta está aberta para comentários públicos por 60 dias.

O presidente da S.E.C., Paul Atkins, disse que a medida reflete suas maiores prioridades regulatórias, argumentando que nenhuma regra está imune a revisão. Acabar com a regra permitiria que os estados regulassem as propostas dos acionistas.

A U.S. Chamber of Commerce elogiou a proposta, dizendo que ativistas usaram a regra para promover suas próprias agendas. Grupos de defesa criticaram duramente. Benjamin Schiffrin, da Better Markets, chamou de "inconcebível" privar os acionistas desse direito. Glenn Davis, do Council of Institutional Investors, alertou para uma "corrida para o fundo" no direito corporativo estadual. Erick Russell, tesoureiro de Connecticut, disse que enfraquece as ferramentas de responsabilização.

A regra foi adotada em 1942. A medida faz parte do impulso de desregulamentação financeira da administração Trump, que também inclui uma proposta de relatórios semestrais.

Entidades-chave: Empresas: Securities and Exchange Commission, New York Times, U.S. Chamber of Commerce, Better Markets, Council of Institutional Investors | Pessoas: Paul Atkins, Benjamin Schiffrin, Glenn Davis, Erick Russell, Jill E. Fisch | Locais: Connecticut, University of Pennsylvania

Perguntas frequentes: O que a S.E.C. está propondo mudar sobre as propostas dos acionistas?

A S.E.C. propôs eliminar uma regra que permite a acionistas ativistas apresentar propostas e buscar votos sobre questões de governança, ambientais e sociais, abrindo-a para comentários públicos.

Pergunta frequente: O que a S.E.C. está propondo mudar sobre as propostas dos acionistas?

Resposta frequente: A S.E.C. propôs eliminar uma regra que permite a acionistas ativistas apresentar propostas e buscar votos sobre questões de governança, ambientais e sociais, abrindo-a para comentários públicos.