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Europa enfrenta desafio de rearme até 2030

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A Europa terá dificuldade em cumprir a sua meta de prontidão de defesa até 2030, apesar de um salto de quase 80 por cento nos gastos combinados de defesa da UE entre 2020 e 2025, alertou o Tribunal de Contas Europeu (ECA). O órgão fiscalizador financeiro da UE descobriu que o aumento dos orçamentos não foi acompanhado por mudanças estruturais na forma como os países investem, com governos nacionais a tomarem decisões individuais e a falharem na coordenação das prioridades de armamento. "O planeamento de capacidades na UE segue em grande parte uma abordagem ascendente", afirmou o ECA, alertando para investimento fragmentado, duplicação e lacunas de capacidade.

Bruxelas disponibilizou 150 mil milhões de euros em empréstimos baratos e ajustou as regras de despesa, mas os analistas lamentam a falta de projetos transfronteiriços e a persistência de monopólios nacionais de defesa. Marek Opioła, o membro do ECA que liderou a auditoria, disse que o objetivo de prontidão de defesa até 2030 permanece um desafio.

Em separado, as relações entre a UE e o Brasil estão em risco depois de Bruxelas ter implementado uma proibição sobre carne bovina, aves e mel brasileiros devido a preocupações com antibióticos. O embaixador Pedro Miguel da Costa e Silva classificou a proibição de injustificada, afirmando que esvazia o recente acordo comercial do Mercosul. Entretanto, a primeira-ministra italiana Giorgia Meloni completou 1.413 dias no poder, liderando o governo mais duradouro desde a Segunda Guerra Mundial.

Entidades-chave: Empresas: European Court of Auditors, Nato, Mercosur | Pessoas: Marek Opioła, Giorgia Meloni, Pedro Miguel da Costa e Silva, Donald Trump, Henry Foy, Andy Bounds | Localizações: Europe, EU, Brussels, Brazil, Italy, Ukraine, South American countries