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A Grã-Bretanha Precisa de um Novo Modelo de Pagamento para Saúde

Financial Times Companies •
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Stephen Bush argumenta que o Reino Unido enfrenta crescimento insustentável dos custos de saúde, com despesas projetadas para subir de 8,3% para 14,5% do PIB até meados da década de 2070. Ele afirma que depender exclusivamente da tributação para financiar uma sociedade envelhecida e tratamentos aprimorados é politicamente inviável. Bush favorece modelos de reforma semelhantes aos dos pares de países ricos, combinando saúde universal com sistemas de copagamento para impulsionar a inovação através da escolha do consumidor. Ele identifica três caminhos viáveis: aumentos gerais de impostos, transferência de custos para indivíduos privados, ou uma combinação de ambos. A coluna alerta que, sem reforma, cortes mais profundos em outras funções estatais serão necessários, ou os valores financeiros simplesmente não fecharão. Publicado em 26 de agosto de 2026, o artigo aparece na newsletter Inside Politics do Financial Times, editado por Georgina Quach.

Bush apresenta o debate como indo além da 'negação da austeridade', observando que, embora os mais bem-sucedidos atualmente financiem um Estado que oferece serviços principalmente aos doentes, idosos e aqueles em crise aguda, esse modelo está se tornando cada vez mais insustentável. Ele sugere que a incorporação do copagamento poderia permitir padrões melhores mantendo o acesso universal, posicionando a mudança como uma evolução inevitável e não como uma política vencedora de eleições.