Um novo estudo de pesquisadores do Google revela como a IA está transformando a pesquisa científica. O estudo, publicado em outubro de 2026, descobriu que quase metade dos cientistas pesquisados nos EUA e Reino Unido usam IA diariamente, com 80% usando semanalmente. O uso principal é analisar ou modelar dados de pesquisa.
No entanto, a pesquisa destaca um gargalo significativo. Embora a IA economize em média sete horas por semana aos cientistas, uma parte substancial desse tempo é gasta em um "imposto de verificação"—auditoria e verificação manual de resultados gerados por IA. Além disso, o maior gargalo para o progresso científico migrou para experimentos físicos e coleta de dados, que a IA não consegue acelerar facilmente.
Como resultado, 41% dos cientistas relatam um acúmulo maior de teorias não testadas. A IA torna o trabalho computacional mais rápido, mas o mundo físico não acompanha o ritmo, potencialmente atenuando a aceleração geral da descoberta científica.
Entidades-chave: Empresas: Google, Financial Times; Pessoas: John Burn-Murdoch, Sarah O’Connor; Locais: US, UK
Fonte: Financial Times Companies · Resumido por HeadlinesBriefing