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4 maneiras de resolver falhas no monitoramento da fronteira dos EUA

MIT Technology Review AI •
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A investigação do MIT Technology Review revela falhas sistêmicas na 'parede virtual' de torres de vigilância com IA na fronteira dos EUA e México. O relatório encontrou mais de 1.050 mortes de migrantes perto das torres, com casos de pessoas caminhando sem serem detectadas e morrendo sem serem notadas por semanas devido a torres quebradas, algoritmos falhados e agentes não reativos. Esta investigação, parte da colaboração 'Morte em Câmera' com Times of San Diego, analisou quase 600 torres, mas estima que o governo opera 800, sugerindo que o número de mortes é um subestoime.

Os EUA planejam gastar 1 bilhão de dólares para triplicar a parede virtual até 2034, com a empresa de defesa Anduril construindo as últimas torres e obtendo contratos maiores. Para resolver essas falhas, o artigo propõe quatro ações: primeiro, conduzir uma auditoria abrangente das mortes perto da parede virtual para rastrear com precisão os locais das torres, os tempos de instalação e os padrões de mortalidade - algo que a CBP nunca fez apesar de ter a capacidade desde 2015. Segundo, consertar o sistema quebrado para rastrear mortes de migrantes, pois nenhuma agência nacional coleta registros completos e o sistema interno BSITS da Border Patrol carece de protocolos padronizados.

Terceiro, melhorar a resposta dos agentes às alertas dos sistemas de vigilância para garantir intervenção oportuna. Quarto, aumentar a transparência publicando um mapa abrangente da parede virtual e compartilhando os resultados da auditoria publicamente para permitir responsabilidade e decisões de política bem informadas.