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Exploit de bootloader dá controle total ao Meta Quest original

Ars Technica •
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Um novo exploit de bootloader concede "controle total" e liberdade dos servidores e aplicativos da Meta no headset Meta Quest original. O ataque de escalada de privilégios permite que os usuários limpem a poeira e carreguem novo firmware, libertando o dispositivo das restrições oficiais.

Entusiastas estão nos estágios iniciais de descobrir como o acesso root pode desbloquear recursos anteriormente indisponíveis no hardware do Quest. Isso inclui ativar a taxa de atualização de 90 Hz que John Carmack admitiu em 2019 estar limitada a 72 Hz no SO por razões de desempenho. Também há projetos em andamento para fazer outros controladores VR funcionarem com o Quest original.

Em 2021, o então CTO da Meta, John Carmack, lançou uma atualização oficial de "acesso root completo" para o Oculus Go, o predecessor sem fio do Quest. Na época, Carmack disse que esperava que a atualização permitisse que entusiastas "reaproveitassem o hardware [Go] para mais coisas hoje" e garantisse que "um headset [Go] lacrado descoberto aleatoriamente daqui a vinte anos [pudesse] atualizar para a versão final do software, muito depois que os servidores de atualização over-the-air tenham sido desligados".

O autor do Quest Stack, starseed12345, especula no GitHub que um exploit semelhante provavelmente poderia habilitar acesso root em headsets Quest 2 rodando versões antigas de firmware, mas que atualmente "a chance de brick supera o benefício de desbloquear o bootloader".