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O espólio de Epstein é processado por imagens de CSAM

Ars Technica •
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Dois autores, identificados como Doe e Amy, entraram com uma ação contra o espólio de Epstein para identificar indivíduos em suposto material de abuso sexual infantil. Doe alega que as imagens de outro menor foram tiradas e convertidas em CSAM para a gratificação sexual de Epstein. Amy, vítima de CSAM herdado que circula desde o final dos anos 90, suspeita que suas imagens estão entre as da coleção de Epstein.

Os autores alegam que as forças de segurança não agiram com base nos relatórios policiais iniciais. A ação busca supervisão judicial para preservar o registro completo da coleção e identificar todos os sobreviventes representados. O advogado Nappi afirmou que o objetivo é a prestação de contas e a notificação para que os sobreviventes possam buscar justiça.

Os autores pedem ao tribunal que exija que o espólio preserve os materiais apreendidos das propriedades de Epstein para fins de identificação. A ação legal decorre de anos de espera por alertas do DOJ que nunca chegaram. O caso levanta questões sobre a responsabilidade do espólio por potenciais dezenas ou centenas de violações de CSAM.