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Ações caem, petróleo sobe com ataques sauditas

Wall Street Journal Markets •
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As ações dos EUA caíram e os rendimentos dos títulos do Tesouro atingiram máximas plurianuais depois que rebeldes iemenitas atacaram instalações de energia da Arábia Saudita, elevando os preços do petróleo aos níveis mais altos do verão. O ataque, que interrompeu operações em locais-chave sauditas, levantou preocupações sobre a estabilidade do fornecimento global. Enquanto isso, os preços do cobre atingiram recordes nas bolsas dos EUA e do Reino Unido, impulsionados por distorções nos fluxos comerciais e desafios de oferta nas principais minas do mundo.

Em outras notícias econômicas, o Reino Unido vendeu 4,25 bilhões de libras (US$ 5,75 bilhões) em dívida de longo prazo ao maior rendimento desde 1998, refletindo o aumento dos custos de empréstimos para os governos. Espera-se que o Banco Central Europeu eleve sua taxa de juros-chave para 2,5% de 2,25% na quinta-feira, já que a inflação da zona do euro atingiu uma máxima de quase três anos em agosto. A confiança das pequenas empresas dos EUA caiu em agosto, enquanto o Índice de Tendências de Emprego subiu para 108,53 de 107,76 revisado em julho.

Na frente geopolítica, uma segunda onda de ataques de forças apoiadas pelo Irã a navios da Marinha dos EUA errou seus alvos, mas destacou as capacidades de mísseis cada vez mais sofisticadas de Teerã. O apoio do secretário do Tesouro Scott Bessent ao iene criou problemas potenciais para as ações. As exportações alemãs caíram pela primeira vez em seis meses, embora as exportações para os EUA tenham saltado quase 20% mês a mês. O superávit comercial da China se ampliou à medida que o crescimento das exportações acelerou, apoiando sua economia em meio ao consumo doméstico fraco.

Finalmente, um novo relatório da OCDE mostra uma queda significativa nas pontuações de leitura de jovens de 15 anos em 91 países e economias em comparação com uma década antes, levantando preocupações sobre as tendências globais de educação.