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Os árabes do Golfo procuram novas opções de segurança

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Os estados árabes do Golfo estão explorando novas opções de segurança após as bases militares dos EUA falharem em dissuadir ataques iranianos durante seis meses de guerra. O Irã e seus aliados praticamente destruíram as bases dos EUA, incendiaram hotéis de luxo e desativaram a crítica linha de transmissão de petróleo leste-oeste da Arábia Saudita. Bahrain, anfitrião de uma importante base naval dos EUA por décadas, viu a base quase destruída em fevereiro, no primeiro dia dos ataques retribuições do Irã. A maioria dos marinheiros foi evacuada para a Flórida, deixando uma tripulação esquelética, e a Marinha dos EUA ainda está reunindo o pessoal com seus pertences, segundo o almirante Daryl Caudle.

Uma reunião programada entre o Irã e os estados árabes do Golfo foi adiada na segunda-feira após a Arábia Saudita e o Irã atingirem um impasse sobre o Estreito de Hormuz, uma rota energética crucial. Analistas dizem que a guerra expôs as vulnerabilidades do Golfo e emboldençou o Irã. "Estamos presos nessa posição de tentar construir algo novo enquanto mantemos parte do antigo", disse Bader Al-Saif, professor adjunto de história na Universidade de Kuwait. "Precisamos sair desse síndrome do protetor externo."

Apesar de centenas de bilhões gastos em armamento avançado, incluindo caças F-15 e sistemas Patriot, as forças militares do Golfo permanecem menores e mais frágeis que as do Irã. A China e a Rússia não intervenham para defendê-las. Os funcionários chamam maior autossuficiência regional, mas esforços para fortalecer a cooperação defensiva regional permanecem incompletos.

Entidades-chave: Empresas: Marinha dos EUA | Pessoas: Bader Al-Saif, Almirante Daryl Caudle | Locais: Bahrain, Arábia Saudita, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Estreito de Hormuz, Flórida, Irã, Universidade de Kuwait