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Masculinidade de Grupo e o Rosto do Diabo

New York Times Top Stories •
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Um chat de grupo de mais de 50 jovens na fraternidade Chi Phi da Cornell revelou mensagens perturbadoras após uma acusação de estupro por Jane Doe, que diz ter sido estuprada por sete homens. O chat continha um emoji de diablo e textos como 'Isso é um trabalho louco', junto com comentários misóginos como 'Pussy格兰' e 'A loja ainda está aberta?' — linguagem que reflete a cultura do estupro e um prazer compartilhado em predar uma mulher vulnerável e intoxicada.

Os homens celebravam suas ações com gritos como 'Eu adoro chi phi' e 'CHI PHIII', performando a masculinidade através da predação coletiva. Dois dos acusados anteriormente haviam enviado mensagens simpáticas a Jane Doe, mostrando um contraste nítido entre as reasseguranças privadas e a bravata pública dentro da fraternidade.

Diego Estrada, um ex-presidente da fraternidade e conselheiro residente, descreveu como membros de fraternidades comparáveis simpatizavam com os homens de Chi Phi, culpando Jane Doe por beber e visitar a casa — uma resposta espelhando o blame da victims online. Estrada permanecia em silêncio, temendo consequências profissionais.

O autor introduz o termo 'himpathy' para descrever a tendência a desculpar os perpetrators masculinos sobre as mulheres victims. O chat de Chi Phi exemplifica como as dinâmicas de grupo masculino podem escalar para comportamentos tóxicos, com a lealdade à fraternidade superando a prestação de contas.

Fonte: New York Times Top Stories · Resumido por HeadlinesBriefing