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Fox News censura aliados de Trump após acordo

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Em julho, Fox News instruiu apresentadores a evitar cobrir as alegações do presidente Trump sobre segurança eleitoral, temendo responsabilidade legal. A rede enfrentou um acordo de difamação de 787 milhões de dólares em 2021 após amplificar alegações falsas sobre máquinas de roubo de votos. Maria Bartiromo cancelou uma entrevista com Peter Navarro após receber uma mensagem de alerta de um executivo, compartilhando-a com Navarro, que encaminhou para a Casa Branca.

A Casa Branca reclamou da Fox, chamando de violação de política. Um advogado de Bartiromo a chamou de "uma das jornalistas mais trabalhadoras de sua carreira premiada". Essa sequência encerrou a carreira no ar de Bartiromo na rede.

O incidente destaca uma mudança significativa na Fox desde a eleição de 2020. Onde os apresentadores costumavam transmitir livremente as alegações do presidente, a rede agora exerce cautela. As consequências legais das ações da Dominion Voting Systems e Smartmatic, totalizando bilhões em reivindicações, criaram incentivos para evitar promover conspirações eleitorais.

As principais saídas incluem o diretor jurídico Viet Dinh e Tucker Carlson. Apesar dessas mudanças, os apresentadores mais populares da Fox, Sean Hannity, Laura Ingraham e Jesse Watters, permanecem leais a Trump. No entanto, a rede mostrou disposição para se distanciar da administração em questões como a campanha militar no Irã, criticada por Laura Ingraham.