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A maldição dos fãs dos New York Jets

Financial Times Companies •
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A postura severa de David Solomon faz sentido sabendo que ele é fã dos New York Jets, um dos milhões que sofrem com a luta de 15 anos da franquia da NFL. Desde 2023, sigo os Jets por insistência do colega da FT Antoine Gara, e descobri que o fandom é uma maldição só superada ao passá-la adiante. O time não foi aos playoffs desde 2010, a pior seca ativa entre as cinco grandes ligas esportivas dos EUA.

Os fãs culpam o dono Woody Johnson, herdeiro da Johnson & Johnson e ex-embaixador de Trump no Reino Unido, cuja liderança a lenda da NFL Bill Belichick chamou de "ready, fire, aim". Os Jets não têm um QB confiável e começarão a temporada com um jogador que jogou por eles há uma década e brigou com um companheiro. Até vitórias podem prejudicar a posição no draft.

O "butt fumble" de 2012, onde um QB colidiu com o traseiro de um companheiro, perdeu a bola e permitiu um touchdown treinado por Belichick, permanece icônico. Os bookmakers dão aos Jets as terceiras piores chances de Super Bowl entre 32 times. Fãs como Mike Jhagroo, 49 anos, e Matt Russo, 44 anos, fazem tailgate no Met Life Stadium, encontrando alegria no sofrimento compartilhado apesar dos custos crescentes.

Russo diz que o time está "jogando cabo de guerra" com os fãs sobre preços dos ingressos, alguns pagando mais de $10,000 por licenças de assento pessoais. Ainda assim, a esperança persiste: vencer continua tentador demais para desistir, mesmo com as derrotas acumuladas.