A saída de cidadãos da Nova Zelândia para a Austrália acelerou no primeiro trimestre de 2024, chegando a 12.471 partidas, o maior número desde março de 2013. A alta aumenta a pressão sobre o primeiro-ministro Christopher Luxon, cujo Partido Nacional enfrenta uma disputa eleitoral acirrada contra o Partido Trabalhista em 7 de novembro. Os opositores culpam o governo por não conter o custo de vida nem criar empregos, o que leva os cidadãos a buscar salários mais altos no exterior.
Apesar da saída, 13.460 cidadãos retornaram nos 12 meses até março, o maior número desde setembro de 2021, o que resultou em um saldo líquido de 27.890 pessoas, o menor desde o terceiro trimestre de 2023. A queda da migração líquida reflete a redução da imigração geral: as entradas líquidas caíram para 20.503 no ano até agosto, ante 9.163 em agosto de 2023. Os dados evidenciam os desafios econômicos enfrentados antes da eleição.
Fonte: Bloomberg Markets · Resumido por HeadlinesBriefing