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Partidários de Lula protestam contra Meta por alegações de

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Partidários do presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva protestaram frente à sede da Meta em São Paulo, seis dias antes das eleições, acusando o gigante tecnológico de favorecer o candidato oposicionista Flávio Bolsonaro. Organizada pela plataforma «Não Se Meta», a demonstração atraiu cerca de 200 manifestantes que exigiram que a Meta explicasse suas práticas de moderação de conteúdo. Eles alegaram que a empresa reduziu o alcance das publicações de Lula enquanto impulsionava as de Bolsonaro, chamando isso de interferência eleitoral.

Os manifestantes argumentaram que a Meta não pode atuar como um "juiz invisível" do processo eleitoral e a acusaram de cometer crimes eleitorais desde 2018. O Tribunal Superior Eleitoral (Superior Electoral Court) deu à Meta 24 horas para provar tratamento igualitário para as campanhas de ambos os candidatos. Tanto Lula quanto Bolsonaro apresentaram reclamações ao tribunal, alegando que seu conteúdo é desfavorecido nas plataformas da Meta, o que a empresa nega.

Um dos objetivos da marcha era parar a "manipulação de eleições por meio das redes sociais" e prevenir a supressão do conteúdo das classes trabalhadoras. Os manifestantes observaram que 70% dos brasileiros obtêm notícias do Instagram, ampliando as preocupações sobre influência digital. A ativista Veronyka Gimenes (Trava Hacker) denunciou o "colonialismo digital", pedindo autonomia por meio de plataformas sociais brasileiras abertas e transparentes.

A ativista Tiana Cauton disse que alcançar a soberania digital no quarto mandato de Lula é essencial. Mandi Coelho vinculou Big Tech ao ódio e à violência, fazendo referência ao seu ativismo em Gaza. Os presentes seguravam bandeiras de Zuckerberg e Donald Trump, cantando por "soberania digital" e a remoção da Meta do processo eleitoral.

Fonte: Hacker News · Resumido por HeadlinesBriefing