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Expansão da rede de vigilância da Flock

Hacker News •
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Langley, de trinta e nove anos, criou a Flock depois que seu bairro em Atlanta enfrentou roubos repetidos e a polícia carecia de ferramentas para obter provas. Ele construiu câmeras improvisadas de leitura de placas com telefones Android e painéis solares, vendendo-as inicialmente para associações de moradores. As agências de aplicação da lei logo fizeram parceria com a empresa, levando as câmeras da Flock às estradas públicas de todo o país até 2020.

A Flock agora tem uma avaliação superior a oito bilhões de dólares, sendo a Andreessen Horowitz sua maior investidora. Cerca de quarenta por cento das agências de aplicação da lei dos EUA usam a Flock, operando 130.000 câmeras em todos os estados, exceto Alaska. Essas câmeras registram os detalhes dos veículos — marca, modelo e cor — e permitem que a polícia use os dados sem mandados para efetuar prisões ou apresentá-los como provas em tribunal.

A empresa afirma que sua tecnologia desmantelou quadrilhas criminosas, interceptou sequestros de crianças e resolveu casos de pessoas desaparecidas, incluindo o rastreamento de um atirador em massa de Brown University. A International Association of Chiefs of Police chama os leitores automatizados de placas de ‘estrela no combate ao crime’. No entanto, a reação crescente desafia a expansão da vigilância da Flock.

Entidades principais: Empresas: Flock, Andreessen Horowitz | Pessoas: Langley, Matt Feury, Paige Todd | Locais: Atlanta, Brown University, Providence

Perguntas frequentes: As câmeras da Flock podem ser usadas sem mandados?

Sim, de acordo com o artigo, a polícia pode usar os dados da Flock para efetuar prisões ou apresentar provas em tribunal sem obter um mandado ou aprovação judicial.

Perguntas frequentes: As câmeras da Flock podem ser usadas sem mandados?

Resposta da pergunta frequente: Sim, de acordo com o artigo, a polícia pode usar os dados da Flock para efetuar prisões ou apresentar provas em tribunal sem obter um mandado ou aprovação judicial.