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Filipinas Reativam Usina Nuclear de Bataan

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O governo filipino está explorando opções de energia nuclear para proteger-se contra choques energéticos globais, incluindo potencialmente reativar a Usina Nuclear de Bataan, que foi parada há 40 anos. Construída nos anos 1970 sob a presidência de Ferdinand Marcos Sr., o reator único de 621 megawatts foi concluído em 1984, mas nunca foi colocado em operação. O presidente atual Ferdinand R.

Marcos Jr., eleito em 2022, retomou a busca por energia atômica após as repercussões das guerras na Ucrânia e no Oriente Médio. Estrutura de concreto imensa localiza-se em um sítio de 800 acres em Bataan, cercada por cerca separando a cidade costeira de Morong. O gerente da usina, Noel Germano, e sete engenheiros mantêm a instalação girando manualmente milhares de manômetros e interruptores analógicos para prevenir o decréscimo.

O interior se assemelha a uma diorama de museu, com um traje de radiação em exibição, mas sem material nuclear presente. Reativar a usina enfrenta obstáculos significativos: custos elevados para um país com recursos limitados, ceticismo público persistente ligado à corrupção da era de Marcos Sr., e preocupações de segurança em região propensa a terremotos e tsunamis. Moradores de Morong, a cerca de um quilômetro de distância, temem uma catástrofe nuclear.

Persistem perguntas sobre a expertise técnica das Filipinas e a sabedoria da escolha do local, originalmente escolhido por sua abundância de água de resfriamento e percepção de segurança contra tsunamis. Entidades-chave: Pessoas: Ferdinand Marcos Sr., Ferdinand R. Marcos Jr., Noel Germano, Valentino Tolosa | Locais: Usina Nuclear de Bataan, Bataan, Manila, Morong, Filipinas.