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Turnê de Ed Sheeran: controvérsia após saída de Macklemore

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Quatro atos de apoio deixaram a turnê de Ed Sheeran depois que o rapper Macklemore foi removido devido a comentários pró-Palestina feitos no palco. Finneas anunciou sua saída nas redes sociais, dizendo: “Estou com a Palestina e seu povo.” Aaron Rowe, Lukas Graham e o grupo tradicional irlandês Beoga também saíram, citando liberdade de expressão e apoio aos palestinos. Finneas, músico vencedor de um Grammy e um Oscar, irmão de Billie Eilish, acrescentou que os artistas não devem ser silenciados ao falar pelos oprimidos.

A controvérsia começou quando Macklemore apresentou sua música de protesto “Hind’s Hall” no Met Life Stadium, em East Rutherford, N. J., acusando Israel de genocídio na guerra de Gaza. Organizações como a Liga Anti-Difamação criticaram a apresentação, e o Conselho Israelo-Americano circulou uma petição para remover Macklemore.

Rowe fez referência à história de genocídio e fome na Irlanda, dizendo que não permitiria que bilionários calassem as vozes contra as ações de Israel. Graham afirmou que o dinheiro não deve decidir quem tem direito de falar, acrescentando emojis de melancia em apoio à Palestina. Beoga chamou a remoção de reação ao “silenciamento de Macklemore pelos lobbies sionistas”.

Macklemore disse que Sheeran lhe disse que os locais exigiam sua remoção. Robert Kraft, dono dos New England Patriots e do estádio Gillette, afirmou que não forneceria uma plataforma para discurso de ódio, citando um histórico mais amplo de retórica antissemita.