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Bessent testa credibilidade do mercado

New York Times Business •
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Scott Bessent, secretário do Tesouro do presidente Trump, enfrenta uma prova de credibilidade ao intervir nos mercados apesar de suas críticas anteriores à planejamento econômico governamental e intervenções de mercado. Desde que assumiu o cargo, a administração adquiriu participações acionárias em mais de two docenas de empresas e subsidiou a indústria de minerais críticos. Bessent, antigo cético de tarifas, recentemente chamou impostos sobre importações "dinheiro do povo".

Diante de 40 trilhões de dólares de dívida nacional e inflação agravada pela guerra em Irã, ele lançou medidas agressivas rotuladas como "D-Day" e "Operação Economic Outcast", advertindo que as nações que cortarem laços com o Irã enfrentarão sanções. Ele também interveio nos mercados de câmbio e títulos para reduzir as taxas de juros, uma medida considerada "sem sentido" até por seu mentor Stanley Druckenmiller. Quando o mercado rejeitou sua abordagem, Bessent argumentou que os investidores mal compreenderam os fundamentos dos EUA.

O economista da Harvard Kenneth Rogoff alerta que Bessent está gastando sua credibilidade com o barulho do mercado, citando falhas históricas como Silvio Berlusconi e Liz Truss. Trump nomeou Bessent por sua capacidade de articular a agenda do presidente e acalmar mercados voláteis, elogiando sua experiência em Wall Street trabalhando para George Soros e Jim Rogers. Como nativo da Carolina do Sul, Bessent deve agora equilibrar sua filosofia de livre-empreendimento com a realidade de gerenciar a economia global em meio a preocupações contínuas de endividamento.